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domingo, 3 de novembro de 2013

Pela retirada imediata das tropas da MINUSTAH do território haitiano

Declaração do Rio de Janeiro
Pela retirada imediata das tropas da MINUSTAH do território haitiano
Nós, mulheres e homens,representantes de organizações sociais da nossa América e da rede Jubileu Sul/ Américas reunidos no Rio de Janeiro entre os dias 7 e 12 de outubro de 2013, contexto em que se realizou nossa Assembléia continental, reafirmamos o nosso mais firme rechaço e expressamos nossa indignação frente a ocupação militar ilegal do território do Haiti por tropas sob mandato das Nações Unidas, a maioria delas proveniente de nossos países.

domingo, 22 de setembro de 2013

Venezuela, o plano da direita está em marcha

5/09/2013
Por Oscar Rotundo, para  PIA,  Caracas.- Cada dia que passa, aparecem novos indícios que demonstram que a conspiração para derrubar o governo bolivariano está em marcha e o que mais chama a atenção é que a oposição, que diz ser “democrática”, parece desconhecer.
É incrível que um tema tão delicado não faça a liderança política opositora movimentar-se e juntar-se ao governo em defesa da democracia e contra o terrorismo, como ocorreria em qualquer país do mundo.

sábado, 17 de agosto de 2013

FHC: as portas do Brasil abertas à CIA

Por Bob Fernandes
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso diz que “nunca soube de espionagem da CIA” no Brasil. O governo atual cobra explicações dos Estados Unidos, e a presidente Dilma trata do assunto com a cúpula do Mercosul, no Uruguai, nesta quinta-feira (11). O Congresso Nacional envia protesto formal ao governo de Barack Obama.

Vamos aos fatos. Entre março de 1999 e abril de 2004, publiquei 15 longas e detalhadas reportagens na revista CartaCapital. Documentos, nomes, endereços, histórias provavam como os Estados Unidos espionavam o Brasil. Documentos bancários mostravam como, no governo FHC, a DEA, agência norte-americana de combate ao tráfico de drogas, pagava operações da Polícia Federal. Chegava inclusive a depositar na conta de delegados. Porque aquele era um tempo em que a PF não tinha orçamento para bancar todas operações e a DEA bancava as de maiores dimensão e urgência.